Ilha Grande, Brasil
Ephesus, Turkey
Cartagena de Indias, Colombia
Salvador, Brasil
Dydim, Turkey
Rovinj, Croatia
Rio de Janeiro, Brasil
Bogota, Colombia
Paris, FranceFor The World I Know By Night Part I, click here
Viajar. Mesmo sem sair. Mesmo sem mudar. Não pertencer. A lugar nenhum nem a ninguém. Não acreditar. Desconfiar. Se divertir. Muito. Chorar. Rir. Experimentar. Tentar não explicar. Nada. Tudo. Ser diferente no meio de iguais. Ser igual no meio de diferentes. Ser uma contradição.
Ilha Grande, Brasil
Ephesus, Turkey
Cartagena de Indias, Colombia
Salvador, Brasil
Dydim, Turkey
Rovinj, Croatia
Rio de Janeiro, Brasil
Bogota, Colombia
Paris, France
Por incrível que pareça, o lugar onde nunca tive problemas nem para chegar a pé e nem para estacionar foi o Mercado Modelo/Pelourinho, bem no centro da cidade. Apesar dos pedintes, o passeio por esta parte sempre foi muito agradável. No Pelourinho mesmo, as ruas de paralelepidos são irregulares, o que dificulta a caminhada, porém, não há muitos carros circulando por alí e o estilo de vilarejo com as casas coloridas compensam. É uma graça, principalmente se você conseguir passar ileso por todos os vendedores ambulantes, que são insistentes e chatos e pelas crianças da região, que se não tentam te roubar, são mal-educadas e folgadas.
Numa Ilha Grande, era uma vez uma trilha que levava a uma praia paradisíca. Na verdade, eram duas trilhas. Uma mais curta, menos protegida, mais íngreme. Outra mais plana, mais longa e cheia de árvores. E as duas terminavam na mesma praia. Mas cada uma numa ponta.
O mais importante, com certeza, é uma amiga que eu fiz, que sempre aparece para me guiar no fim do caminho. Uma borboleta azul enorme que sempre me passa as últimas coordenadas para chegar à Lopes Mendes.
Você se lembra de quando estava no primário (ou escola elementar ou sei lá mais como chamam hoje)?
Tudo começou no Expresso do Pôr-do-Sol. Rápido, sobre as águas azuis, atravessando o Oceano Atlântico. Em todos os tons de vermelho e laranja e amarelo. Fortes e vibrantes. E por aí foi-se, esperando sempre o melhor, querendo sempre vencer.
Fizemos mais fotos, fizemos graça e fomos embora.
Por fim, chegou a hora de aproveitar a renovação dos quiosques do calçadão de Copacabana para comermos algo.

São Paulo, Brasil
Barcelona, Españadeformação de griego 'grego' (grigo > gringo), com o sentido de língua incompreensível em comparação ao latim; na Espanha, aplicado apenas à linguagem, foi usado na América em relação aos estrangeiros, que falavam uma linguagem ininteligível.No entanto, esta não é a única explicação para a origem do vocábulo. Conta-se que ele surgiu durante a guerra entre México e EUA, entre 1846 e 1848, porque os americanos cantavam "Green Grow the Lilacs" e os mexicanos repetiam, ou porque o uniforme dos yakees era verde (outra história questionével) e os mexicanos gritavam Green Go! Se alguém tiver mais alguma versão, por favor, compartilhe.
qualquer indivíduo estrangeiro, residente em ou de passagem pelo país, especialmente quando falante de língua não vernácula.E apesar de falar várias línguas, eu sempre sou gringa onde quer que eu vá. Nunca fui a terras muito orientais, mas não tenho esperanç alguma de ser considerada nativa por lá.
Depois disso, foi no Morro da Babilônia, ainda no Rio, no boteco com vista para Copacabana e para o Leme. Paramos para tomar uma coca-cola, descansar e admirar a vista (na foto). O dono do boteco me olhou nos olhos e mesmo que eu estivesse falando português, me perguntou se eu era brasileira. Eu disse que sim e ele replicou: "Mas seus pais ou seus avós não são, né?" E minha resposta foi: "Nem os seus, né?" O homem olhou para cima, pensou por alguns segundos e abriu um sorriso amarelo.